submarino

sábado, 5 de julho de 2014

O Inferno

Após a eletrizante releitura do mais recente livro do autor de suspense Dan Brown, venho aqui no blog fazer um post super especial.  Vamos comentar as mais recentes interpretações a respeito da descida ao Inferno, idealizado por Dante Alighieri no século XIV.
Dan Brown dessa vez no surpreende ao abordar temas polêmicos: o trans-humanismo, arte florentina e O Consorcio.
Publicado no Brasil em maio de 2013 pela Editora Arqueiro, O Inferno narra a mais nova caçada de Robert Langdon pelas ruas da cidade italiana de Florença, berço cultural de toda Europa. Na antiga Florença, surgiu uma das mais brilhantes mente do mundo: Dante Alighieri. Autor da obra de cunho épico e teológico que mais persuadiu o homem ao convertimento no Cristianismo, a Divina Comedia retrata a descida de Dante ao Inferno.
Transumanismo ou trans-humanismo é uma filosofia emergente que analisa e incentiva o uso da ciência e da tecnologia, especialmente da biotecnologia, neurotecnologia e nanotecnologia, para superar as falhas humanas resultantes do processo de evolução. Transhumanista é todo aquele que tenta melhorar a sua vida e a sociedade por meio de intervenções tecnológicas em vez de rezar. 

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Em O Símbolo Perdido (2009), Dan Brown nos revela a existência de segredo há muito tempo protegido por uma sociedade secreta. Este segredo está sendo desvendado pela Ciência Noética que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.
Caso seja divulgado ao mundo, promete ser uma das mais perigosas armas de destruição. Tal arma, nada mais é que o nosso próprio pensamento, que concede ao homem poderes sobre-humanos.
Quatro anos após a publicação de O Símbolo Perdido, chega ao mercado literário brasileiro O Inferno (2013), onde o autor reforça que se o homem usa sua total inteligência para concretizar o mau, os danos podem ser devastadores.

Foi isso que o mais respeitado geneticista Bertrand Zobrist fez. Ele era é um transhumanista que buscava a sua própria salvação e a de todo o mundo. Porém, os meios não justificam os resultados, e em vez de rezar, o cientista obcecado tanto pela salvação do mundo quanto pela Divina Comédia, acredita que a única salvação para a sociedade é barrar o crescimento populacional. Foi pensando assim, que ele criou um vírus capaz de tornar um terço da população mundial incapaz de procriar.
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