No capitulo do dia 15/08 da novela infantojuvenil Chiquititas apresentava uma cena no qual as meninas do orfanato Raio de Luz se divertiam em uma área verde da Cidade de São Paulo
Em seguida, os meninos de rua: Mosca, Rafa e Binho se juntam e torna a brincadeira muito mas divertida e, é claro, mais competitiva. Ainda na mesma cena se pode ouvir ao fundo a música Berlinda que diz assim:
Nesse jogo só se diz a verdade
Se não, um castigo vai levar
Dizer com quem quer namorar
Ou na berlinda, ou na berlinda
Entrar!
Melhor brincar de pegador
De acusado, de esconde-esconde
O que vale é correr, escapar!
Ou na berlinda, ou na berlinda
Entrar!
Quem foi que disse que dançava com Mili esse som?
Será q foi a Pata?
Para o castigo quem foi
Quem foi disse que inventava uma poesia de amor?
Foi a Mili que disse?
Fui eu quem disse!
Ou na berlinda, ou na berlinda
Entrar!
Um beijo, um abraço, um aperto de mão
Brincar com uma condição
Quem levar um beijo ganha
Na hora ganha um coração
Quem foi que disse que dançava com Mili esse som?
Será q foi a Pata?
Para o castigo quem foi
Quem foi disse que inventava uma poesia de amor?
Foi a Mili que disse?
Fui eu quem disse!
Ou na berlinda, ou na berlinda
Entrar!
Ou na berlinda, ou na berlinda
Entrar!
Logo abaixo ouça a musica que embala as diversões de Chiquititas:
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A brincadeira retratada na cena s chama taco. Veja abaixo como funciona:
Se brinca de taco com uma bolinha, dois tacos e duas "bases" (que podem ser uma latinha vazia de refrigerante, ou qualquer outra coisa que pare de pé .
Os jogadores se dividem -se em dois times. Um time começa com os tacos (os rebatedores) e o outro com a bolinha (os lançadores). Os lançadores devem tentar derrubar a base oposta com a bolinha, e o rebatedor deve defender a base com o taco. Se o rebatedor acertar a bolinha, o lançador da base oposta (que jogou a bola acertada) deve correr para pegá-la. Enquanto o lançador não pegar a bolinha, os rebatedores correm entre as bases e batem os tacos quando se cruzam. Cada batida vale um ponto. Quando o lançador pega a bolinha, ele pode jogá-la para o parceiro ou tentar acertar um dos rebatedores. Quando um rebatedor é acertado pela bolinha fora do círculo, ele é queimado. Quando a base é derrubada ou um jogador é queimado pela bolinha, invertem-se os times: lançadores passam a ser rebatedores. Tem que combinar o número de pontos necessários para ganhar antes de começar o jogo.
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Juntos, a garotada de Chiquititas me faz lembrar que somente SBT e Televisa sabem fazer novelas com temática infantil. Só as duas emissoras trazem o universo infantil para a TV num novela feita para a criançada.
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Educação de qualidade, antes de qualquer "ideia"
Estou acompanhado o Horário Politico Gratuito Eleitoral nesse momento e algumas palavras no discurso da presidente Dilma em chamou atenção.
Ela falava da educação brasileira que a cada dia ta indo de vento em poupa. A presidente também citou o novo programa de incentivo ao curso superior, o Ciências sem Fronteiras, ainda mais o que proporciona o programa, permite a estudantes brasileiros cursarem graduação e pós-graduação no exterior em diversas faculdades da Europa e EUA, dentre elas, Harvard, etc.
O Projeto é até legal, realiza o sonho de muitos estudantes de classe baixa ao fazer curso superior, ainda mais em instituições de prestigio, mas tem um porem....
O Brasil é um dos tantos países da A,erica do Sul que não tem uma faculdade de qualidade e a oferta de cursos são poucas, enquanto as instituições particulares ofertam bons cursos só que num valor que nem todo mundo pode pagar, só os filhos de ricos que na maioria das vezes vã para o exterior.
Desde das primeiras noticias que li sobre o Ciências sem Fronteiras achei uma idia legal e muito inovadora, por que oferece grandes oportunidades aos brasileiros. Mas para isso aconteça com mais qualidade, o Brasil deveria ter faculdades de qualidade, o ensino públicos seja de qualidade, o que é mais importante. Na realidade isso não acontece, com cada vez mais frequências, as escolas estão inserindo estudantes em cursos superiores que ao menos não sabem lê e escrever corretamente e outras tantas falhas no sistema publico de ensino. E tem mais, os números são os mais absurdos, as estatistas afirma que o Brasil é um pais com taxa minima de analfabetos (até concordo), mas nos sabemos que o na nação brasileira ainda sim existe analfabetos funcionais (aqueles que não compreendem o que ler) o que é muito feio para a sexta maior economia do mundo.
Para finalizar, fica um recado e uma mensagem de reflexão aos leitores do Blog Man for Man: antes da nossa cara presidenta propor um programa desse tipo, por favor tenha a gentileza de melhorar a educação pública brasileira, por que os primeiros daqui, serão os últimos de lá.
Ela falava da educação brasileira que a cada dia ta indo de vento em poupa. A presidente também citou o novo programa de incentivo ao curso superior, o Ciências sem Fronteiras, ainda mais o que proporciona o programa, permite a estudantes brasileiros cursarem graduação e pós-graduação no exterior em diversas faculdades da Europa e EUA, dentre elas, Harvard, etc.
O Projeto é até legal, realiza o sonho de muitos estudantes de classe baixa ao fazer curso superior, ainda mais em instituições de prestigio, mas tem um porem....
O Brasil é um dos tantos países da A,erica do Sul que não tem uma faculdade de qualidade e a oferta de cursos são poucas, enquanto as instituições particulares ofertam bons cursos só que num valor que nem todo mundo pode pagar, só os filhos de ricos que na maioria das vezes vã para o exterior.
Desde das primeiras noticias que li sobre o Ciências sem Fronteiras achei uma idia legal e muito inovadora, por que oferece grandes oportunidades aos brasileiros. Mas para isso aconteça com mais qualidade, o Brasil deveria ter faculdades de qualidade, o ensino públicos seja de qualidade, o que é mais importante. Na realidade isso não acontece, com cada vez mais frequências, as escolas estão inserindo estudantes em cursos superiores que ao menos não sabem lê e escrever corretamente e outras tantas falhas no sistema publico de ensino. E tem mais, os números são os mais absurdos, as estatistas afirma que o Brasil é um pais com taxa minima de analfabetos (até concordo), mas nos sabemos que o na nação brasileira ainda sim existe analfabetos funcionais (aqueles que não compreendem o que ler) o que é muito feio para a sexta maior economia do mundo.
Para finalizar, fica um recado e uma mensagem de reflexão aos leitores do Blog Man for Man: antes da nossa cara presidenta propor um programa desse tipo, por favor tenha a gentileza de melhorar a educação pública brasileira, por que os primeiros daqui, serão os últimos de lá.
sábado, 22 de junho de 2013
ENEM e a Educação brasileira
Nesta semana o MEC-(Ministério da Educação e Cultura) divulgou o calendário de ENEM 2013. As inscrições iniciam neste mês, as provas ocorrerão nos dias 19 e 20 de outubro.
Anunciadas mudanças: maior rigorosidade na correções das redações e provas.
Devido diversas falhas ocorridas nas edições dos anos anteriores tanto na elaboração e impressão do caderno de questões. Mas houve identificação de falhas quantos aos realizadores da avaliação: os estudantes. Dentre as falhas foram os graves erros de português e mesmo assim esses alunos foram aprovados.
o MEC esqueceu os próprios erros. Esqueceu que toda a rede publica de ensino sofre de "mal-educação". ocorre greve dos professores em todo o pais. Sistema educacional incompetente, incapaz de formar doutores.
o Brasil é um dos tantos outros países que possui um sistema educacional que aprova alunos que não conseguem conjugar verbos, com analfabetismo funcional, elaborar uma redação corretamente. Sistema educacional que aboliu a dependência aboliu a repetência apenas para dizer nas estatísticas que aprovou um numero maior de alunos do que os anos anteriores.
Um sistema educacional que prioriza quantidade em vez de qualidade não leva o Brasil a lugar nenhum.
Antes do MEC divulgar falsas estáticas antes do MEC divulgar rigorosidade em relação ao ENEM, deveria planejar uma reforma no sistema educacional brasileiro.
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